Jornalismo Mortal

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Um artigo publicado na Visão nº 1106 dá conta dos dados relativos ao número de jornalistas mortos entre 2004 e 2014. Segundo o artigo, que se baseia em dados avançados pelo Comité para a Protecção  dos Jornalistas, uma ONG que se dedica à ajuda aos profissionais do meio, o primeiro país do ranking é o Iraque, onde, nesse período, foram mortos 174 jornalistas, dos quais 100 crimes escaparam impunes. As Filipinas e a Síria seguem-se-lhe, com 93 e 70 casos respectivamente.

Segundo o mesmo artigo, não só os jornalistas são alvos ameaçados. Também os bloggers são uma classe em risco. Só em 2013, avança o estudo, morreram 39. Estes dados, apesar de não serem novidade, são reveladores do estado da liberdade de imprensa no mundo. Países que foram recentes palcos de guerra surgem têm tendência a aparecer no topo do ranking, bem como países da américa latina, como o México e o Brasil. A Ásia é claramente o continente mais afectado, e a Rússia é o único país europeu do top 10, com 24 mortes nos últimos 10 anos, crimes dos quais apenas 10 foram condenados.

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