Social Media Isn’t Optional, It’s Mandatory

Social Media Isn’t Optional, It’s Mandatory é conclusão geral a que chega Americam Journalism Review após ter entrevistado 18 jornais sobre o uso de páginas como o Facebook e Twitter nas redacções.

As redes sociais invadiram as redacções de jornais e parecem constituir um excelente meio para atrair leitores para os homepage dos sites dos media. Conscientes desta realidade os editores do jornal Los Angeles Time monitorizaram esforços para motivar os seus colaboradores a utilizarem o Twitter e o Google +.
Esta é uma tendência que, segundo a American Journalism Review, está a verificar-se noutros órgãos de comunicação do país. De modo a entender a posição das redacções faca à utilização dos meios sociais como ferramena de trabalho, o American Journalism Review realizou 18 entrevistas a diferentes jornais, das quais ressaltam as seguintes considerações:

As redacções devem potenciar o uso do facebook, Google + e Twitter

Os jornais exigem a participação de todos os colaboradores nas redes sociais de modo a envolver toda a equipa no processo de crescimento de tráfego no site de notícias.
A Gannett, propriedade de Jackson Clarion-Ledger, por exemplo, exige que os seus escritores mantenham perfis no Facebook e Twitter, e publiquem posts que remetam para o site. Ainda, assim o Editor Executivo e Diretor de Audiência Engagement Brian Tolley reconheceu que “os editores e gerentes de media social desempenhar um papel maior na construção da audiência do que outros funcionários”.

Os repórteres de A Gannet têm por hábito atualizar os seus feeds com informações pessoais e jornalísticas, mas sempre pautadas por algum humor.
O repórter Barro Chandler postou atualizações sobre a campanha política que tinha cancelado uma reunião com o conselho editorial do jornal de forma sarcástica: They said “they’d reschedule, but try telling that to a broken heart,”

Mallary Tenore, ex-editora executivo da Poynter.org, disse que não defende que os jornais exijam que todos os funcionários tenham contas nas redes social, porque as pessoas tendem a ter reações negativas a palavras como “obrigatório”.

O Indianapolis Star, também, valoriza a importância das redes sociais no trabalho de cada jornalista e planeja realizar um workshop para o efeito.

“We view having a presence in online communities as vital as other skills a reporter must have in 2014, and include that in our job descriptions,” Bartner wrote. “Similarly, being out in the social communities — online or otherwise — is important to an IndyStar journalist’s role, and they choose the platforms based on where their readers or potential readers are. In many cases, this means Facebook and Twitter — but we’re involved in Pinterest, Instagram, LinkedIn, Google+ and other platforms where our audience is.”

Tenore, agora o diretora do Images & Voices of Hope, organização sem fins lucrativos, argumenta que as redes socias podem ser uma força a explorar pelo que as redacções devem investir na formação dos seus colaboradores. A directora recomenda a ética da NPR, que tem uma secção sobre as medias sociais .

O ex-jornalista da BBC, Nic Newman, especialista digital, proferiu que os jornais devem usar as redes social para impulsionar a sua marca e valores do jornalismo tradicional.

“[My advice would be] to try and take and adapt those values into social media rather than trying to be pushed by what social media’s doing into something you’re not really about,”

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