Mês: Abril 2015

BBC LANÇA CANAL NO VIBER PARA AJUDAR VÍTIMAS DO SISMO NO NEPAL

A BBC criou um canal de serviço público na app Viber para ajudar as vítimas do sismo no Nepal. O serviço «salva-vidas» da estação britânica irá providenciar informação vital em nepalês e inglês num novo canal denominado BBC Nepali, tendo como alvo «os três a quatro milhões de utilizadores» do Viber naquele país, segundo avançou Trushar Barot, responsável das telecomunicações na BBC World Service, que garantiu ainda que «o conteúdo será muito simples e avançado, recorrendo às mensagens de texto».

A BBC Nepali tem já trabalhado em conjunto com a BBC International de forma a desenvolver este projeto. Barot assegurou ainda que o canal irá «conter informação como a melhor forma de as pessoas se manterem seguras». De acordo com as consequências das ondas de choque deste abalo, o serviço vai informando os habitantes daquele país tendo em conta as suas necessidades como, por exemplo, onde devem procurar ajuda ou como se devem manter saudáveis mesmo sem as infraestruturas necessárias.

Segundo Barot, esta experiência será mais semelhante à do Facebook e menos à do WhatsApp, visto que a aplicação não irá possuir notificações por push. Além do mais, as capacidades do Nepal não permitem que a app possa operar em termos do áudio ou multimédia, utilizando apenas mensagens de texto.

Recorde-se que o sismo no Nepal terá afetado mais de oito milhões de pessoas, sendo que dessas 5000 perderam a vida, 11000 ficaram feridas e mais de 70000 casas terão sido destruídas.

Fonte: http://www.journalism.co.uk (https://www.journalism.co.uk/news/bbc-launches-nepal-lifeline-on-viber-to-aid-quake-survivors/s2/a564984/).

Poupar bateria no iPhone

Todas as funcionalidades que os telemóveis, hoje, nos oferecem fazem com que os utilizemos para as mais diferentes tarefas. Como jornalistas, podemos usar para contactar fontes, fotografar, filmar, gravar entrevistas e muito mais. Por isto, decidi partilhar este vídeo feito pelo Pedro Marques, locutor da M80, que ensina seis truques para poupar bateria no iPhone.

O primeiro consiste em diminuir a luminosidade. Embora tenhamos de ver o que fazemos no ecrã, podemos sempre baixar um pouco mais do que o que usamos normalmente. Este passo vai ajudar a prolongar o tempo antes que o telemóvel se desligue.

Desligar o Bluetooth é outro conselho. Este só pode ser aplicado se não for preciso ligar o telemóvel a outros equipamentos, como é exemplo o carro. Assim como desligar o 4G/LTE/3G, caso não seja preciso utilizar nenhuma destas funcionalidades.

Outro truque é verificar a Backgroud App Refresh – associada aos iOS8.0 da Apple – que pode fazer durar a bateria. Nesta o utilizador pode desligar a atualização das aplicações de que não necessita.

Não utilizar wallpapers animados é mais um conselho, o melhor é optar por uma imagem estática. E, por último, desligar as localizações GPS. Esta opção fica ativa automaticamente, como tal, tem de ser desligado em caso de não ser precisa.

Estes são alguns truques que um jornalista pode usar em SOS. Nunca se sabe quando é preciso o telemóvel, sem que se tenha ao lado uma ficha, outro aparelho ou um carro para poder carregar o iPhone.

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Códigos de conduta para jornalistas nas redes sociais: sim ou não?

Na última sexta-feira fui a uma entrevista e uma das primeiras coisas que me perguntaram era o porquê de ter todas as minhas redes sociais (como o Twitter e o Facebook) completamente privadas. Ora bolas, é assim tão difícil de perceber? Em primeiro lugar, não há nada que preze mais do que a minha privacidade (que muitas vezes pode ser confundida com antipatia mas não importa). E em segundo lugar, tenho medo de dar uma opinião que seja mal interpretada. Ou não seria eu uma pseudo-jornalista que tem mais de jornalista do que pseudo por ver na objetividade e imparcialidade dois critérios para a vida.

A reação à minha resposta foi quase automática. Afinal de contas um franzir de testa nunca mentiu a ninguém. “Mas pelo menos deve manter públicas as publicações que divulgam o seu trabalho como jornalista”. Pronto, aqui admito que tem razão. E quando, passado umas horas, comecei a tratar disso é que me deparei com uma notícia intitulada “vêm aí regras para os jornalistas nas redes sociais”. E já vêm tarde. O que me custa a acreditar é que só em 2015 é que os meios de comunicação social portugueses começaram a discutir as primeiras regras de conduta no sentido de “regular a actividade dos seus jornalistas nas redes sociais”. Esta discussão pública não é nova e meios como “New York Times”, o “Guardian” ou o “Washington Post” já criaram códigos de conduta para os seus jornalistas. Agora é a vez da SIC, TVI, Diário de Noticias e Expresso. Já a RTP como a estação de televisão pública “promete debater o assunto primeiro”.

Mas o que me custa mais a acreditar é que, até agora, os profissionais portugueses não tinham noção de que a sua profissão não é das 9h às 17h mas uma forma de estar na vida que inclui responsabilidades e uma bagagem de obrigações profissionais que qualquer outra profissão não requere. Para além de levarmos a imparcialidade para casa, estarmos sempre à procura das histórias, olhamos para elas de outra perspetiva e começamos a fazer perguntas mesmo antes de nos apercebermos que o estamos a fazer. Não, não é aquela necessidade de controlarmos a vida dos outros mas uma insaciável curiosidade do desconhecido.

Se a liberdade de expressão dos jornalistas fica condicionada? Não. Tal com uma cabeleireira não anuncia na montra os penteados que não gosta porque o seu trabalho é agradar a vontade do cliente, um jornalista também não deve anunciar ao mundo que não gosta de uma figura pública e perder a sua imparcialidade. E quando digo “mundo” refiro-me ao seu sinónimo “internet”. Inocente é aquele que não valoriza o seu poder superior a qualquer outro media atual.

Cabe aos jornalistas manterem plataformas pessoais e profissionais de forma a não colocarem em causa a ética jornalista do seu meio e evitarem polémicas de rigor, objetividade e imparcialidade. Se estes novos códigos de conduta não os agrada, não há problema. Há uma nova geração desempregada com uma visão futurista pronta a substitui-los no seu cargo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • Nobre, Adriano (2015) “Vêm aí regras para os jornalistas nas redes sociais” em http://expresso.sapo.pt/vem-ai-regras-para-os-jornalistas-nas-redes-sociais=f917303

“Podemos tirar, se achar melhor”

O editor se descuidou e a frase foi publicada. Trata-se de uma entrevista da agência de notícias Reuters com ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso (FHC), em que ele discute denúncias de corrupção nos governos do PT, particularmente o caso Petrobras. Num dos trechos da matéria, no entanto, há uma referência à corrupção ainda na gestão FHC: é citado o depoimento de um ex-gerente da Petrobras que revela ter começado a receber propinas quando Fernando Henrique era presidente. Entre parênteses, uma sugestão: “Podemos tirar, se achar melhor”. Ou seja, podemos deixar no texto apena as acusações contra o PT (partido do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma), sem mencionar as denúncias contra FHC e o PSDB.

Depois da repercussão na internet e da saraivada de críticas que recebeu, a agência retirou a frase do ar e emitiu um comunicado afirmando que havia sido publicada acidentalmente (seria, segundo a Reuters, um pergunta dos editores ao repórter que fez a matéria). O jornalista em questão é Brian Winter, que escreveu em parceria com o próprio FHC um livro de memórias do ex-presidente, como destaca a revista Carta Capital em matéria sobre o caso.

Esse episódio ocorreu no fim de março. Em abril, uma nova trapalhada envergonhou a imprensa brasileira. A emissora de rádio CBN publicou, em seu site, uma notícia sobre um caso de fraude fiscal conhecido como Máfia do ISS. A matéria denunciava o envolvimento do empresário Marco Aurélio Garcia e associava o acusado ao prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, do PT, logo no título da matéria: “Irmão de secretário de Haddad é denunciado na máfia do ISS em São Paulo”.

Acontece que Marco Aurélio Garcia, na verdade, é irmão do secretário estadual de habitação em São Paulo, Rodrigo Garcia, indicado pelo governador do estado, Geraldo Alckmin, do PSDB. Faz parte da equipe do governo do estado e não da prefeitura. Quando percebeu o erro, o que a CBN fez? Trocou o título e, agora que a acusação recairia sobre o PSDB, decidiu omitir qualquer referência aos laços familiares do acusado: “Sete são denunciados por lavagem na máfia do ISS em São Paulo” (leia reportagem sobre o caso no blog de Luís Nassif).

Alguns meses antes, a grande imprensa do Recife tornou-se ela própria notícia (negativa!) por se omitir diante dos massivos protestos realizados na cidade, com repercussão nacional e internacional, contra um empreendimento imobiliário comandado por um consórcio de construtoras (ainda entre os poucos grandes anunciantes nos jornais locais).

Esses três casos (entre tantos outros que marcam o cotidiano das redações no país) remetem diretamente a uma afirmação feita pelo jornalista Bob Fernandes no documentário O mercado de notícias (dirigido por Jorge Furtado): “Eu não conheço nenhum caso recente, nos últimos anos ou décadas, de censura do Estado, que tanto temem… E eu conheço, e qualquer jornalista conhece, centenas e centenas e centenas de casos de censura feita por quem? Pelo dono do meio de comunicação”.

No modelo de produção, veiculação e/ou distribuição de notícias consolidado pela indústria jornalística no século 20, fundamentado no oligopólio, o discurso midiático foi historicamente articulado (invisivelmente) de maneira a assegurar a capilaridade e perenidade dos grupos econômicos e políticos que detinham o poder. Nas três últimas décadas do século passado, apenas dez grupos familiares controlavam a quase totalidade dos meios de comunicação de massa no Brasil: Marinho (Globo), Abravanel (SBT), Bloch (Manchete), Civita (Abril), Frias (Folha de S. Paulo), Levy (Gazeta Mercantil), Mesquita (O Estado de S. Paulo), Nascimento Brito (Jornal do Brasil), Saad (Bandeirantes) e Sirotsky (Rede Brasil).

A lógica é simples: quanto mais controle sobre os meios de comunicação, mais poder. Principalmente na sociedade contemporânea, em que um inesgotável fluxo de conteúdos simbólicos é disponibilizado pelos meios de comunicação a um número cada vez maior de pessoas, num processo que acaba por conformar a realidade, as relações sociais e a subjetividade individual. “Se a mídia constrói a realidade, com valores, monta a agenda de discussão e constrói também a subjetividade humana, podemos, então, fazer uma ideia da importância que […] exerce numa sociedade, principalmente no que tange às questões políticas, democráticas e éticas”, afirma Pedrinho Guareschi no livro Psicologia social crítica: como prática de libertação (Edipucrs, 2004).

Essa concentração de poder é uma das razões apontadas por Ignacio Ramonet em A explosão do jornalismo – Das mídias de massa à massa das mídias (Publisher, 2012) para a queda de credibilidade entre a grande imprensa brasileira neste início de século: “Os cidadãos desconfiam de uma imprensa que pertence a um punhado de oligarcas, que já controlam amplamente o poder econômico e que, frequentemente, são coniventes com os poderes políticos”.

Infelizmente, esse cenário não se limita ao Brasil. A edição 2014 do relatório Freedom of the press (publicado anualmente pela Freedom House) destaca o determinante papel que o fator econômico exerce sobre a independência da mídia ao registrar que, em vários países, a liberdade de imprensa é ameaçada por donos de empresas de comunicação – especialmente aqueles com relações próximas com governos e partidos políticos na liderança –, que alteram diretrizes editoriais e/ou demitem profissionais com poder de decisão após adquirir organizações que atuavam, até então, de forma independente.

Situações como essas constituem uma afronta à própria democracia, questão abordada pela Freedom House em seu relatório sobre a liberdade de imprensa: “Uma mídia independente desempenha um papel decisivo no sentido de sustentar e monitorar uma democracia saudável, contribuindo para mais transparência, boas práticas de governo e desenvolvimento econômico”.

Com a popularização dos meios de produção e distribuição da informação trazida pelo avanço digital, o combate à concentração (e abuso) de poder na imprensa ganha um reforço, capitaneado por organizações que buscam a independência do jornalismo. No Brasil, é o caso de iniciativas como Agência Pública e Ponte, que buscam financiamento junto a organismos internacionais de apoio à comunicação (como Fundação Ford e Open Society), além de desenvolver projetos custeados por meio de crowdfunding. É uma tentativa de se desvencilhar das pressões exercidas por anunciantes (públicos e privados), retomando e revitalizando o papel essencial do jornalismo a serviço do interesse público.

 

Jornalismo nos dispositivos móveis

Ao longo dos últimos anos a sociedade tem assistido à propagação de dispositivos móveis. O telemóvel, o computador portátil (PC), agora os tablets e smartphones. Estes não só vieram mudar a forma de receber informação, mas também a maneira como nos relacionamos com as notícias.

A forma como temos acesso à informação a partir destes mesmos gadgets, permite que os jornais online adotem uma forma de relatar acontecimentos que seja mais personalizada a cada leitor. Num smartphone temos acesso a GPS, câmara fotográfica/vídeo, gravador, entre tantas outras aplicações. Este tipo de tecnologia, enriquece os conteúdos noticiosos. A realidade aumentada, é um bom exemplo dessa melhoria/desse enriquecimento uma vez que essa se liga com a opção de colocar ‘camadas’ de informação online sobre imagens reais, captadas no momento, acrescentado o facto de que pode estar em constante atualização. Basicamente este conceito trata-se de um processo de sobreposição de elementos virtuais sobre imagens reais captadas por uma câmara, como por exemplo a sobreposição de linhas imaginárias para mostrar os fora de jogo no futebol.

É importante ainda mencionar o facto dos conteúdos jornalísticos para dispositivos móveis, acabam por ser semelhantes com os conteúdos criados para a web, dado que são partilhados no mesmo canal de distribuição. Os conteúdos acabam por ser idênticos, mas com uma formatação diferente, tendo em conta a plataforma em que vai ser inserido. Como refere Canavilhas, existem, para quem consome informação em dispositivos móveis, quatro formatos: o pdf, a versão web, a versão web mobile ou as chamadas apps (aplicações nativas) (Canavilhas, 2013, p.4).

Mencionando o foco do comentário presente, a sociedade tem assistido à ‘minimização’ dos telemóveis e smartphones, assim como os preços destes equipamentos e das comunicações móveis tem tornado, estes aparelhos o mais acessíveis possível a um maior número de utilizadores/consumidores. A nível de curiosidade, tanto smartphones como tablets estão no topo de vendas de equipamentos eletrónicos, e são, desde 2012 os produtos mais desejados e vendidos no Natal.

Por fim e para concluir pode-se dizer que o conceito de realidade aumentada pode oferecer às empresas de comunicação social novas formas de diferenciar e tornar mais rica o formato das notícias. Os gadgets móveis fornecem, a possibilidade de personalizar a publicidade, o autor menciona mesmo, “a exploração deste potencial é fundamental para os que pretendem sobreviver neste novo ecossistema mediático” (Canavilhas, 2013, p.6).

Canavilhas, J. (2013) “Jornalismo móvel e Realidade Aumentada: o contexto na palma da mão”. Universidade da Beira Interior; Verso e Reverso, XXVII(64):2-8, by Unisinos – doi: 10.4013/ver.2013.27.64.01 ISSN 1806-6925dispositivos_moveis

O QUE É QUE OS MEDIA PODEM APRENDER COM A ESTÓNIA EM TERMOS DE INOVAÇÃO DIGITAL?

Sendo um país situado junto ao Mar Báltico, com apenas 1,3 milhões de habitantes. é verdadeiramente surpreendente que a Estónia seja, neste momento, o país com mais startups per capita da Europa. Com acesso wi-fi em toda a parte e com um sistema e-government invejável, este país mostra-se como um dos mais ativos em questões de inovação digital.

«A Estónia é um país tão pequeno que se alguém tem uma ideia nova, tem de pensar a uma escala maior que a do mercado local», disse Andrus Raudsalu, editor tecnológico do jornal com maior tiragem na Estónia, o Postimees. «Por exemplo, na Alemanha, se começam uma startup, ficam completamente satisfeitos em servir o mercado alemão. Na Estónia, não há mercado para crescer», referiu, à margem do evento Digital Media Europe.

Em termos de construção de novos sites na web, Raudsalu argumentou ainda que «não se pode imitar um eBay na Estónia, tem de se pensar em algo totalmente novo». Este é um problema para os empregadores na área dos media naquele país, ainda para mais tendo em conta a adversidade da língua local, falada apenas pelos nativos.

Andrus Raudsalu afirmou ainda que no Postimees o departamento de tecnologia da informação é um dos que pensa mais à frente «porque se sente conectado à economia das startups, dos que trabalham em tecnologia na Estónia». Segundo Raudsalu, também na sua companhia «este tipo de pensamento começa a alastrar».

O editor do Postimees é um dos co-fundadores da Delfi, um media outlet de grande importância no Báltico, embora tenha recordado que «no início se fizeram muitas coisas estúpidas e se falhou». Mas o importante, referiu ainda, «é não ter medo de falhar». Raudsalu afirmou ainda que é essencial que quem tenha projetos na área dos media digital saiba seguir o seu «feeling» e não se preocupe demasiado só com os planos para o projeto: «Não vai ser um projeto absolutamente revolucionário, nem vai surpreender ninguém».

Fonte: journalism.co.uk

Link: https://www.journalism.co.uk/news/what-the-media-can-learn-from-estonia-about-digital-innovation/s2/a564845/

O viral tem regras?

Será que os conteúdos que nos aparecem, quase diariamente, nas redes sociais foram pensados para serem virais? Será que o vestido azul e preto/ branco e dourado foi uma estratégia de marketing? Será que o gato que sobe ou desce as escadas foi uma fotografia tirada de propósito para se espalhar pela Internet?

Normalmente, associamos o viral a algo que acontece apenas porque sim. Alguém num determinado país publica um conteúdo e sem razão explicativa ele é partilhado milhões de vezes. Pelos vistos este fenómeno não é assim tão simples e, segundo o Jornal de Notícias, tem regras.

1 – Um título misterioso: Segundo o jornal o leitor é cativado por um título que não desvende o acontecimento por completo. Deixar algo por contar é o que irá provocar curiosidade para abrir o conteúdo e, posteriormente, partilhá-lo.

2 – Um lead que desperte curiosidade: Tal como um bom título é importante, um lead que sirva de “teaser” para a notícia pode cativar a atenção do utilizador.

3 – Um apelo emocionado: Os conteúdos que provoquem emoções no leitor são mais eficazes. Um apelo à lágrima ou a irritação podem funcionar como chaves para disseminação da informação.

4 – Um vídeo chamativo: Quanto mais visual for o conteúdo a partilhar, mais pode ser partilhado. Um vídeo de um cão a salvar uma criança vai causar muitos cliques.

5 – Uma opinião vincada: Numa vertente não tão jornalística, os textos de opinião são uma tendência. E, para além do texto, os comentários que se seguem também o podem ajudar a tornar-se viral.

6 – Uma celebridade a destacar: Cristiano Ronaldo ou Kim Kardashian. Nomes como estes despertam a curiosidades e dão quase como garantida a visualização.

7 – Uma lista: O utilizador gosta de ir direto à informação e nada melhor do que uma lista com todas as respostas que precisa. É uma forma rápida e acessível e obter a informação, que é um bom caminho para atingir o sucesso. Exemplo: “As 10 melhores aplicações para o seu iPhone”.

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